Tenho que admitir que sempre lutei contra os 24 dias que antecedem o Natal/Ano Novo. O mais interessante é que ninguém se lembra que entre as duas datas mais comemoradas no Brasil, existem 7 dias de separação. Todos os dias de Dezembro são desesperadamente curtos.
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Nessa época, tento sempre colocar a casa em ordem, terminar alguns pequenos projetos e/ou finalizar um grande. Estou fazendo aquela arrumação nas gavetas (adiada até o último mês do ano), com muito cuidado e com o bebê se divertindo entre os papéis. Essa é a novidade nova, gostosa de escrever.
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Sobre os presentes de Natal, quero cortá-los do meu orçamento. Não quero ser drástica ao ponto de magoar alguém, mas eu perco tanto tempo com isso, na escolha e trabalhando para pagá-los, que acho que chegou a hora de repensar o "espírito natalino".
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Em 2009, passamos d-i-a-s dentro do Catuaí - o maior shopping daqui da cidade, comprando presentes para cada um dos parentes, sempre de olho no nosso budget. Eu estava com um bebê bem pequeno, e, mesmo assim, nos aventuramos na imersão consumista da época de Natal.
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Depois de todas as sacoladas, ainda ficamos embalando tudo em casa, colocando cartões, fotos do bebê feitas em estúdio e tudo mais. Sim, fizemos tudo com amor e muito sacrifício.
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Na hora de trocar os presentes, hahahaha, não foi bem uma troca. Simplesmente uma parte considerável de nossas famílias entrou numa loja, mandou embrulhar x camisas de grife masculinas, y roupas femininas (sem a preocupação com o gosto e a numeração) e colocou tudo na árvore. Sem nome, cartão ou qualquer tipo de identificação. E, acreditem ou não, isso foi feito por pura falta de tempo. Não foi por maldade.
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No dia 26 de dezembro de 2009, eu e meu marido decidimos que aquela foi a última aventura de compras natalinas. A última.
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Agora estou aqui super alividada, longe de toda essa vibração de músicas importadas, bichinhos com neve, rabanadas, peru de Natal, e toda e qualquer coisa que ocupe meu tempo desnecessariamente.
Simplifiquei o mês de Dezembro. Sei que ouvirei ladainhas mil, mas quero ser coerente. Não é vingança, mágoa ou qualquer sentimento inflamado. É um ato de conservação do tratado feito com o marido. Não passa disso.
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Como as crianças são seres que não podem compreender a escrita de um cartão de Natal ou do livrinho do
pastor Messias, ainda terei a alegria de comprar uma lembrancinha para cada uma delas. Eu gosto de escolher brinquedos e coisinhas diferentes para os pequeninos.
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Gente, que mês fácil! Só não decidimos ainda o destino do Natal: Londrina, Apucarana, Brasília ou Fortaleza. Deus nos ajude!
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Passar o Natal com as pessoas que a gente ama é o verdadeiro presente. E é isso que quero para a minha vida inteira, com a graça de Deus. Quem nasceu em 25 de Dezembro foi o Cordeiro de Deus. Ele é o nosso Natal.
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Alguma leitora está tentando simplificar o fim de ano??? Tem alguma dica legal?