A única coisa que perguntei para a queridíííííííííííííííííssima e talentosa da Erika:
Não vai ter tema não, né?
Eu não sou contra temas em festas infantis (personagens fabricados na Disney e cia, com decoração pronta de supermercado ou buffet infantil, eu sou!), mas convenhamos que estamos quase cansadas deles. Sim, tudo combinadinho demais, em excesso, tira a áurea do fiz-em-10-minutos, sabe? Claro que dificilmente um varal de fitas de cetim será construído em menos de 2 horas, nem você conseguirá canudos importados dos Estados Unidos em 5 dias, mas é bom se livrar de planejamentos longos, de meses e mais meses, com um milhão e meio de detalhes, que no final deixarão sua festa com cara de super produção e longe de duas palavras que amo: naturalidade e aconchego.
Sem falar que cada meia coisa a mais inventada para a festa, e que não fará a mínima diferença na vida da criança, poderá liquidar muitos reais da sua conta bancária. Resumindo: simplifique e evite o despertar para o consumismo dentro da sua casa.
Use o que você tem no seu lar, alugue algumas coisas e compre o mínimo possível de itens. Invista somente no que poderá ser usado por anos, poucos descartáveis, balões com gás hélio (as crianças amam), comidas saudáveis, brincadeiras monitoradas e um parabéns-pra-você bem animado. Dá trabalho? Dááááááááá! Muitoooooooooo! Mas é a única forma de criar uma festa com aquela alegria das de antigamente, onde a sua mãe cuidava de todos os detalhes.
A festinha abaixo, da fofa da Emanuella (última foto, curtindo os presentes depois da comemoração!), nesse sábado, foi toda pensada e executada pela mamãe (leia-se, Erika Verginelli - fotógrafa que eu amo e que tem trabalhado todos os dias até as 4 horas da manhã!), com uma grande ajuda da vovó paterna e de uma titia coruja.
Minha única contribuição foi indicar a loja Shop Sweet Lulu para a compra dos baratinhos e lindos canudinhos coloridos de papel, bem retrô.




































